Adoração, um estilo de vida! - Romanos 12.1

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Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. (Romanos 12.1)
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Muitos falam sobre ADORAÇÃO, mas poucos entendem o que é adoração. Talvez alguém possa perguntar: "Pastor, adorar é levantar a mão?" Não! "Adoração é gritar?" Não! "Adoração é pular?" Não! "Adoração é falar profetizar?" Não! Essas são perguntas erradas, a pergunta que deveria ser feita é: "Afinal o que é ADORAÇÃO?" A adoração não é um gesto, mas uma forma de viver. Adoração não é levantar a mão, gritar, pular, profetizar, pois não é porque estamos fazendo isso que estamos adorando. A verdadeira adoração começa de dentro pra fora, a verdadeira adoração abala as estruturas do nosso coração, rompe com tudo aquilo que a gente conhece como lógico, esmaga o nosso eu interior para que a gente diminua e que Cristo cresça em nossas vidas. A verdadeira adoração é viver Cristo, viver como Cristo. Pois quem vive Cristo levanta a mão, quem vive Cristo pula, grita, chora, profetiza, mas não o faz por si, mas Cristo faz isso em nós. Esses são os adoradores de João 4.23 e 24, que adoram o Pai em espírito e em verdade. Mas existem três coisas que a adoração exige de nossas vidas.

1 - A adoração exige: RENÚNCIA - (Gn 22; Mt 19.16-22)

Viver como Cristo muitas vezes vai te fazer bater de frente com as suas vontades, com a sua família, com os amigos, com o mundo. Meu irmão o quanto vocês amam a Deus? Talvez alguém diga: "Eu o amo mais que tudo pastor!" A esses eu digo parabéns, amar a Deus acima de todas as coisas é a melhor escolha que você pode fazer. Mas a esses eu digo também já comecem a se preparar, porque Deus vai pedir que renunciem alguma coisa para provarem o quanto lhes amam. Por isso ai daqueles que dizem isso da boca pra fora, porque esses sofrerão quando Deus os colocar a prova, mas felizes os que acreditam e amam a Deus sobre tudo, pois Deus os fará experimentar viver debaixo da provisão de Deus.
A Bíblia conta várias histórias sobre a renúncia, mas duas em especial me chamam a atenção: A narrativa do sacrifício de Isaque em Gênesis 22 e a do jovem rico em Mateus 19. Quando Abraão foi confrontado a oferecer a vida do próprio filho ele não hesitou, nem questionou, apenas obedeceu com fé acreditando que Deus era poderoso para se necessário for lhe ressuscitar o filho, enquanto o jovem rico ao ser provado em deixar bens materiais não suportou a possibilidade de abrir mão da vida de luxo que possuía.
Quando aprendemos a viver debaixo da provisão de Deus aprendemos a lei da Renúncia. Quando você se entrega para Deus e abre mão de coisas, e até mesmo pessoas por Deus, Ele te restitui e não te deixa faltar nada e aí você experimentará o Salmo 23 em sua vida. Mas quando você opta pelas coisas deste mundo, ou até mesmo pessoas ao invés de Deus, cuidado, porque aquilo que você coloca no lugar de Deus em sua vida, te levará a ruína. 

2 - A adoração exige: SACRIFÍCIO - (Lv 4.1-12)

No antigo Testamento para se oferecer um sacrifício ao Senhor era erguido um altar de pedras, algo que hoje poderíamos comparar com uma grande churrasqueira, onde era oferecido sobre aquele altar um bezerro ou um carneiro, que era degolado, esquartejado, e queimado até sobrar as cinzas. Mas o sacrifício que Deus quer hoje é um sacrifício espiritual. Um sacrifício vivo, um sacrifício onde que deve morrer é a nossa vida de pecado, as nossas vontades, o que deve ser quebrantado é o nosso coração e que deve ser incendiado é o nosso espírito, pelo Espírito Santo do Senhor. Aonde o fogo do Espírito queima em nossas vidas e consome o nosso eu, e incendeia o nosso espírito. 
Uma figura registrada nas Sagradas Escrituras que muito me chama a atenção é a sarça ardente vista por Moisés no deserto. Ele incendiava, não se consumia, mas incendiava. Assim devem ser os crentes em Cristo, as pessoas necessitam de nos ver e saber que em nós arde o fogo do Espírito que consome não o nosso exterior, mas o nosso interior ao ponto de nos deixar no pó para que vivamos não mas nós mesmo, mas sim Cristo, Jesus! Essa foi a essência do dia de Pentecoste em que Deus derramou o Espírito Santo sobre a igreja e Ele desceu como línguas, como que de fogo sobre cada um dos discípulos. Pois quando nós nos entregamos no altar e Deus nos incendeia com o Espírito Santo de Deus até sermos pó para que Cristo venha reinar em nossas vidas aí então experimentaremos o PODER ao qual Jesus se refere em Atos 1.8 que foi experimentado pela igreja primitiva.

3 - A adoração exige: ARREPENDIMENTO - (Sl 51; Mt 5.23-24; 2 Cr 7.14)

Enquanto não houver confissão de pecado e arrependimento, não existirá perdão de Deus e não haverá adoração verdadeira. Enquanto não houver arrependimento os céus estarão fechados pra você. Arrependimento não é desculpa, mas sim transformação. Pois desculpas como pretextos para pecar novamente não produzem efeito no céu, pois não é possível enganar a Deus, pois Deus sabe se no seu coração houve um verdadeiro arrependimento ou você simplesmente quitou sua dívida para poder dever de novo. 
Davi foi um homem cheio de erros, mas mesmo assim foi chamado de homem segundo o coração de Deus. Uma coisa me chama a atenção em Davi, especialmente no Salmo 51, pra mim o salmo mais belo escrito por Davi, e exatamente uma confissão de pecado e súplica por arrependimento, pois se percebe sinceridade em Davi, ele não apenas quitava sua dívida, mas se humilhava e suplicava a Deus que lhe desse forças para nunca, NUNCA mais cometer os erros que havia cometido, por isso ele pede um "coração puro e um espírito reto". 
Jesus nos chama a atenção sobre o perigo da falta de perdão e arrependimento e aconselha em Mateus 5 que só se ofereça ofertas de adoração ao Senhor depois de se consertar com quem nós erramos. E 2 Crônicas 7.14 apresenta uma condição para que Deus te ouça favoravelmente. Pois o "se" na gramática é algo que conhecemos como condicional causal, ou seja "se o povo que se chama pelo meu nome se arrepender, então eu ouvirei", mas "se não se arrepender, então eu não ouvirei". O arrependimento e a confissão de pecados são condições para uma adoração sincera e verdadeira.

Conclusão:

Adoração como estilo de vida foi expressado pelo Apóstolo Paulo em sua carta 1 Coríntios 10.31. Pois a essência da Adoração não são momentos, mais sim uma vida de adoração, aonde tudo, absolutamente tudo o que eu faço é para a Glória de Deus. Portanto Vivam para a Glória de Deus. VAMOS VIVER A ADORAÇÃO!

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)   

Geração Radical - Pr. Naor Pedroza

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Mais um livro para a Biblioteca do blog. Hoje trago para vocês uma ferramenta indispensável para se trabalhar com liderança e juventude. Pela editora VINHA: GERAÇÃO RADICAL, jovens na contramão.
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Resumo: O mundo vive, até mesmo dentro das igrejas, uma cultura de imediatismo, com novos ídolos se levantando todos os dias. De forma franca, o pastor Naor Pedroza questiona os "embalos gospels", a cultura do entretenimento dentro das igrejas, e mostra o perfil do jovem aprovado por Deus.
Contando suas experiências pessoais, sempre à luz da Palavra, o autor percorre temas importantes do cristianismo, como a cruz, a importância da consagração, o caráter e a obra dos verdadeiros discípulos de Jesus.
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Sinopse: Deus seria incoerente, chamando jovens à Sua presença para deixá-los amontoados pelas igrejas, esperando o tempo passar?  Partindo desse questionamento, este livro foi escrito para os jovens, com linguagem atual e com o intuito de revelar o plano celestial para homens e mulheres desta geração em nosso país.
Em contraste com a espiritualidade rasa e sem propósito que permeia nossos jovens, o autor nos revela o nascimento de uma nova geração, uma Geração Radical, composta por jovens que decidiram andar na contramão e investir suas vidas em um projeto eterno. Esta obra irá revolucionar a sua maneira de pensar a vida cristã na juventude. Leia e entenda o propósito de Deus para sua vida.
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Quem escreveu?



Naor Mendonça Pedroza é casado com Marilia Cristina de Souza Pedrosa com quem tem três filhos, Marina, Pedro e Lucas. Pastor desde 1997, Naor Pedroza cursou engenharia civil na UCG. Antes de fundar e hoje presidir o trabalho na Rede de Jovens da Videira - Radicais Livres -, Naor trabalhou em uma das maiores redes de casais da Videira em Goiânia e atualmente exerce a função de superintendente da Vinha Comunicação.

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Ficha Técnica:

Título: Geração Radical - jovens na contramão
Autor: Naor Pedroza
Editora: Vinha
Categoria: Vida Cristã - Liderança - Juventude
Edição: 2007
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Minha opinião: Ganhei um exemplar deste livro de presente, presente este oferecido pelo Pr. Alexandre Silva Santos. Desde o inicio o nome do livro já chamava a minha atenção, visto o fato de eu ser um jovem que trabalho muito com jovens. E confesso que fiquei encantando com o livro e destaco alguns pontos sobre o livro: o livro é de fácil leitura, pois a linguagem utilizada pelo Pr. Naor Pedroza é uma linguagem clara e atual onde creio que pessoas de todas as idades poderão compreender o objetivo proposto pelo livro; os assunto se conectam, existem livros que são praticamente um exercício de resistência chegar até o final e entender o que o autor quis dizer pois as ideias não encaixam, o que não acontece neste livro, cada ideia se conecta a outra e você vai acompanhando progressivamente o desenrolar do assunto, e por ser tão cativante eu o li em 4 dias; o assunto é atualíssimo, as verdades bíblicas jamais perdem o seu valor diante do tempo, e o Pr. Naor conseguiu trazer luz sobre as verdades e os desafios enfrentados pela atual geração. Portanto recomento o livro para todos os que trabalham na liderança de juventude, ou qualquer liderança, e a todos os jovens que queiram fazer parte de uma Geração Radical. 
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A Bíblia em ordem cronológica - Diversos autores

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Continuando a série sobre livro teológicos, trago hoje umas das melhores ferramentas para o estudo e melhor entendimento da Bíblia. Pela editora VIDA: A BÍBLIA, em ordem cronológica.
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Resumo: A Bíblia em ordem cronológica é uma ferramenta indispensável para os estudiosos da palavra de Deus. Em vez de se deter nos meticulosos recortes das Escrituras, o leitor terá diante de si um bem engendrado quebra-cabeça dos acontecimentos históricos. Nunca a linha dos acontecimentos relacionados à Bíblia esteve tão bem representada. O resultado supera todas as expectativas.

  • Todos os versículos das Escrituras foram dispostos conforme seu lugar na cronologia.
  • Os salmos foram inseridos na época de sua composição.
  • A história de Israel e a história de Judá, no período do reino dividido, são apresentadas em colunas paralelas, com a vida de cada rei posicionada em sua época e lugar.
  • Todas as passagens duplicadas aparecem juntas.
  • As profecias estão ordenadas no contexto em que foram proferidas pela primeira vez.
  • As epístolas estão ordenadas pela data em que foram escritas.
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Sinopse: Numa iniciativa tão aguardada por todos, está Bíblia representa as escrituras em ordem cronológica. Mas não se trata de uma cronologia que leva em conta somente a data em que o livro foi escrito. Ela vai além, focalizando a história e o tempo dos acontecimentos. Assim, o texto de João 1.1, que aborda a eternidade de Jesus Cristo e sua comunhão com o Pai, aparece como o primeiro texto da Bíblia; em seguida vem Salmos 90.2, que afirma a eternidade de Deus; logo depois temos Gênesis 1.1, que relata a origem da criação de todas as coisas.
O esforço de ordenar a Bíblia cronologicamente representa mais um degrau para uma melhor compreensão das Escrituras. Desfrute dessa valiosíssima ferramenta para conhecer com maior profundidade a Palavra de Deus.
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Quem escreveu?

Diversos autores
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Ficha técnica:

Título: A Bíblia
Subtítulo: Em ordem cronológica
Autor: Diversos
Editora: Vida
Categoria: Bíblias
Edição: 1ª Edição

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Minha opinião: Eu comprei um exemplar desta Bíblia em Maio e tem sido uma ferramenta muito útil nos meus estudos. É de fácil leitura e compreensão, rapidamente o leitor poderá entender como as passagens bíblicas se encaixam umas as outras e como os acontecimentos estão sobrenaturalmente ligados entre si. Ela vai auxiliar aos estudiosos a entenderem a ordem dos acontecimentos bíblicos. Resumindo: Eu indico, vale a pena!
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Série estudos bíblicos doutrinários - Galardão: Mateus 5.11-12

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Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. 
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. (Mateus 5.11-12)
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Para que os amados irmãos possam entender o estudo bíblico que vamos iniciar a partir de hoje, é necessário que saibam o que significa a palavra Galardão. Bom, talvez os irmãos não saibam, mas, é desta palavra que vem a ideia de que "a gente colhe o que a gente planta". Pois o significado de Galardão é exatamente esse: recompensa, prêmio, salário, preço, lucro, etc. E esta recompensa, ou, esse galardão, está disponível a todos. Mas que tipo de prêmio Deus oferece como galardão aos que assim fazem por merecer? Galardão e salvação são a mesma coisa? Existem tipos de galardão diferentes um dos outros? Perguntas que buscaremos responder.

1 - O que é? - Apocalipse 22.12

No texto de Apocalipse 22.12 vemos expressamente o que é o galardão. A recompensa dada a cada um segundo as suas obras. Muitos ditados populares, espalhados pelo povo, contém verdades bíblicas, que muitos não sabem que tais verdades tem origem bíblica. Tais como: "Aqui se faz, aqui se paga", "A gente colhe o que a gente planta". E filosofias e teorias seculares são feitas em cima de tais verdades, verdades defendidas por pessoas que não leem ou não acreditam na bíblia, mas usam as verdades expressas nela. Uma teoria muito famosa é a Lei da Ação e Reação, que diz que toda ação gera uma reação: se você pula, logo tende a ser puxado de novo para o chão. Mas a bíblia fala de um outro tipo de recompensa, uma recompensa não só por ações, mas também por sentimentos, emoções e todas as coisas que fazemos ou pensamos. Essa ideia é expressa também em 1 Coríntios 3.8. E aqueles que fazem o mal devem ter cuidado, pois essa lei vale pra eles na mesma intensidade (2 Samuel 3.39).
Com relação a igreja, devemos pensar no que Jesus nos ensinou em Mateus 7.12. Será que tratamos mesmo nossos irmãos como gostaríamos que nos tratassem? Amar o nosso próximo como a nós mesmos é uma ordem, mas Deus recompensa, não quem guarda a ordem por ganancia, mas por obediência, pelo prazer de obedecer e pelo amor que temos por Deus.

2 - Como receber?

Antes de qualquer coisa a ser falada sobre como receber o galardão, é necessário saber separar galardão, de salvação. Galardão é uma coisa, e salvação é outra. A salvação não vem por obras (Efésios 2.8-9), mas somente na fé em Jesus Cristo. Não há nada que possamos fazer para alcançar a salvação. Mas, as obras nos concedem outra coisa. O galardão, esse sim é aumentado por meio de ações, obras, atitudes, amor. E esse sim pode ser aumentado de acordo com o que fazemos nesta vida (Mateus 6.20).
Deus não criou as recompensas para nos fazer trabalhar mais na obra dele pensando apenas na recompensa, mas sim para que aqueles que sofrem perseguições, como Jesus nos disse, se mantivessem firmes, sabendo que o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas por amor a Cristo devemos fazer as coisas (2 Coríntios 5.14), sabendo que nosso trabalho não é vão no Senhor (1 Coríntios 15.58). Se alguém lhes disse que por ir a igreja, ajudar na obra, orar, ler a bíblia, você tem perdido seu tempo, saiba que não é verdade, seu trabalho não é vão.

3 - Existem tipos diferentes de galardão?

A palavra de Deus nos garante que existem pelo menos galardões específicos. Pois o simples fato de dar um copo de água a alguém, só por ser a pessoa um discípulo de Cristo, você não perderá seu galardão (Marcos 9.41). Mateus 10.41 também nos fala do galardão de profeta, e do galardão de justo. E provérbios 22.4 fala sobre o galardão da humildade. A ideia de galardões diferentes é expressa em 1 Coríntios 3.12-14, onde neste texto podemos ver que os fundamentos são diferentes (ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha). Diz o texto que Deus julgará as obras de sua igreja provando-as pelo fogo. Bem se sabe que o ouro, a prata e as pedras preciosas são resistentes ao fogo. Mas a madeira, o feno e a palha logo são consumidas. Outro termo importante quando se fala em galardão, é a coroa, que antigamente tinha muito valor, pois era o símbolo de reis, e era entregue como prêmio aos vencedores uma coroa de louros. Precisamos ter cuidado para não perder a oportunidade de granjear galardões celestiais (Apocalipse 3.11). Esse é o significado de colocarmos pedrinhas em nossas coroas.
Então cuidado com o que tem plantado, para que no dia da colheita não perca nem o que tens.

Conclusão:

Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. (Apocalipse 2.10) 

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)

Vivendo os Sonhos de Deus - Isaías 55.8-9

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Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor.
Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.
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A gente costuma fazer planos pra tudo em nossa vida. Quando criança, fazemos planos do que queremos ser quando crescer. Quando adolescentes começamos a sonhar com quem queremos ao nosso lado para passarmos a vida. Logo vamos crescendo, e com a idade vem também as responsabilidades, e logo começamos a sonhar com o emprego ideal, com o carro perfeito, a casa dos sonhos. E conforme o tempo passa, a gente começa a perceber que nem todos os sonhos que sonhamos, nem todos os caminhos que trilhamos, nós vamos conseguir transformar em realidade.
O Pr. Claudio Duarte diz que todo ser humano enfrenta três questões ao longo da vida: O que fazer da minha vida, com quem vou passar minha vida, e onde vou passar minha eternidade.
Ou seja, fazer planos é da natureza do ser humano, mas a gente aprende ao longo da vida que os planos que fazemos muitos ficam no esquecimento. São como as promessas de começar a emagrecer a partir de segunda-feira, que nunca chega. Ou como os livros e cd's que você pegou emprestado e planejou devolver no dia seguinte, mas já passou um ano. Como no inicio do ano que você fala: "esse ano eu vou estudar muito, tirar boas notas logo no inicio e relaxar no fim do ano"; mas você curte a vida no inicio do ano e passa raspando na recuperação de fim de ano. Ou quando você acorda e fala: "Hoje eu vou fazer isso, e mais aquilo, e aquilo outro"; e passa o dia inteiro e você não fez nada do que precisava fazer. Você tá esperando uma ligação, um contato para um pretendido emprego, e você espera o dia inteiro pela ligação e nada, mas basta você entrar no banheiro que o telefone toca. E agora? Perdeu o emprego. Aí você planeja: "Vou casar com aquele príncipe", ou "aquela princesa", "e seremos felizes para sempre". Passam-se 3 anos e você está procurando onde está o príncipe, a princesa, que estava do seu lado quando entraram na igreja pra dizer o sim. Ou como aquela promessa que você faz: "Domingo eu vou na igreja". Só que você não disse qual domingo, não é? E já se passaram 2 anos e esse domingo não chega. Essas coisas nós podemos deixar pra depois. Mas a salvação, não. Como a oportunidade que lhe é oferecida ao final do culto, de receber Jesus como seu Salvador, e você fala, hoje não, domingo que vêm. Mas todo domingo você fala isso, e acaba partindo sem tomar a decisão. Aí é tarde demais.
A Bíblia conta a história de um homem que decidiu viver os sonhos de Deus. Pois os nossos planos se frustram, mas os planos de Deus pra nós, são perfeitos. Esse homem era Abraão, e ele nos deixou três passos para se viver os sonhos de Deus.

1 - Obedecer ao chamado de Deus - Gênesis 12.1-4

Abraão já era um homem rico, com setenta e cinco anos de idade, poderíamos dizer que era um homem realizado. Ele tinha tudo o que poderia querer, possuía o bom e o melhor que poderia existir na época. Apenas não tinha um filho. 
Abraão viveu num lugar chamado Mesopotâmia, e ali conheceu os deuses daquela região. Nunca ninguém em sua família havia lhe ensinado sobre um só Deus, sobre um relacionamento com esse Deus para herdar o céu. Mas o próprio Deus se apresentou a ele e lhe fez uma proposta. E eu imagino Deus falando com ele, dizendo: "Abraão, você já tem 75 anos. Está feliz? Conseguiu realizar os seus sonhos? Pois lhe proponho viver os meus sonhos pra você." Foi a primeira vez que Abraão conversou com Deus, ou seja, precisava tomar uma decisão, obedecer ou não ao chamado de um Deus que ele nem sequer conhecia.
Talvez você esteja na mesma situação de Abraão, esteja sentindo que por mais que você tenha conquistado nessa terra, tenha conseguido resolver o que fazer da vida, tenha achado a pessoa com quem passar a vida, mas, ainda não resolveu onde passar a eternidade. E Deus te chama hoje, e te faz esta proposta hoje, de viver os sonhos que Ele tem pra você. E você pode dizer: "Mas eu nem conheço esse Deus." Ou então diga que conhece, mas eu te afirmo, você acha que conhece, mas no fundo é como Jó, você conhece Deus só de ouvir falar, mas não conhece de senti-lo, ou ver seu agir em sua vida (Jó 42.5)

2 - Entregar a direção da vida à Deus - Gênesis 12.1

Abraão teve um outro desafio, ele não sabia pra onde Deus iria levá-lo. Na Mesopotâmia onde ele morava, ele já conhecia todo mundo, tinha ficado rico lá, sua família era toda de lá, e agora um Deus que ele ainda não conhecia lhe convida a ir para um lugar que ele nem sabe onde é. Só restava a Abraão confiar e entregar a direção de sua vida à Deus.
Para viver os sonhos de Deus é totalmente necessário que você entregue a direção de sua vida à Deus, e lhe dê carta branca para guiar seus passos, e lhe mostrar onde você deverá andar.

3 - Não se deixe levar pelas ofertas do mundo - Gênesis 13.5-11

Abraão acabou levando consigo um sobrinho, Ló, cujo pai havia falecido, e como Abraão era o tio mais velho, acabou tomando para si o dever de cuidar do sobrinho. Mas o seu sobrinho também tinha posses, os servos de Ló estavam começando a arranjar confusão com os empregados de Abraão. Para que Abraão não se visse obrigado a ter que si indispor com seu sobrinho, ele ofereceu uma proposta à Ló. Levou ele para cima de uma montanha e lhe mostrou toda a terra e disse: "Se você for para um lado, eu vou para o outro." dando assim a oportunidade de Ló escolher para onde queria ir. Ló escolheu os lugares mais abundantes, com terras mais férteis, onde havia mais rios, Ló escolheu pelos olhos, e não pelo espírito. Abraão foi para o outro lado. Mas o lugar que Ló escolheu se chamava Sodoma, que foi destruída por Deus juntamente com a cidade chamada Gomorra.
Muitas vezes a gente se ilude com o mundo, e seguimos os caminhos do mundo, porque escolhemos pelos nossos olhos, e não pelo espírito. O mundo vai te oferecer sempre aquilo que parece melhor, mas exatamente aquilo que te mata. Ou seja, para se viver os sonhos de Deus, é preciso saber escolher a Deus, e não ao mundo.

Conclusão:

Quem era o pai de Abraão? Onde estão os parentes de Abraão? Apenas Abraão escolheu viver os sonhos de Deus para ele. E se Abraão tivesse escolhido ao contrário, será que a Bíblia registraria o nome dele, será que a gente iria conhecer a história dele. Deus quer te levar aonde você jamais imaginou chegar, portanto, viva os sonhos de Deus pra você!

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)

Série pilares da comunhão - Amor: 1 Coríntios 13.1-7

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Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1 Coríntios 13.1-7)
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Dando continuidade a série de estudos sobre os pilares da comunhão, veremos hoje a terceira e ultima parte, ou seja, o ultimo pilar e, creio eu, o mais importante: O AMOR.
Quando se fala em amor, muitas pessoas chegam a pensar no amor de um homem por uma mulher, aquele amor que une um casal. Mas amor é muito mais profundo que isso. Outras pessoas tem o costume de confundir o amor com a paixão. Mas o amor é muito mais que isso.
É fato que na língua grega, a língua em que foi escrito o Novo Testamento, tem três palavras que se referem a amor, são elas: ágape, eros, e phileo. Cada um dos três é importante. Eu quero traçar um paralelo para os irmãos e mostrar a importância de cada um dos três tipos evidenciados pelo grego antigo.

1 - O amor phília

Este tipo de amor é conhecido como amizade em muitas traduções. Esse amor é o que dá base para o termo chamado caridade. Pois a palavra caridade no grego significa filantropia, ou seja, tem muito mais a ver com phília, ou phileo, do que com ágape. Esse amor é aquele amor que nós temos por nossos irmãos, pelo nosso pai, pela nossa mãe. É um amor que nos liga a alguém, não por interesse, mas pelo simples fato de gostar de alguém.
Podemos dizer que este é o tipo de amor que nos une como filhos de Deus. A palavra de Deus nos garante que há amigos mais chegados que irmãos (Provérbios 18.24). Portanto, isso é o que nos faz nos amarmos, mesmo sem termos laços de sangue que nos unam, mas temos algo maior que isso, o amor, e amizade por servirmos o mesmo Deus. "Porque temos o mesmo Pai (Deus)" (Trecho da música - Meu amado irmão)

2 - O amor eros

Outro tipo de amor que existe é o eros. Este é o amor que dá base a palavra erostismo, ou seja, é daí que vem o amor do toque, da intimidade de um casal. É o amor que existe entre um homem e uma mulher. Muitas vezes este tipo de amor é chamado também de paixão.
Este tipo de amor é importantíssimo para a felicidade de um casal, mas não é o suficiente. O toque e a paixão são muito importantes, mas não é isso que sustenta um casamento. O que sustenta um casamento é um tipo de amor mais forte ainda que vamos ver a seguir.

3 - O amor ágape

Este é o amor que está em 1 Coríntios 13. Muitas bíblias trazem em sua tradução a palavra caridade. Mas a palavra caridade como já disse antes, é philantropia, que vem de phília, que traduzida é amizade. Mas 1 Coríntios não fala de amizade, fala de amor, não o amor de um casal, mas de um amor puro, sincero e incondicional. É o tipo de amor que Deus sente por nós. A palavra que está no grego em 1 Coríntios 13 é a palavra ágape. É um amor tão forte que supera tudo o que os outros tipos de amor podem não suportar.
Este é o amor que o apóstolo Paulo diz que deve existir no meio da Igreja. Pois a amizade pode acabar, a paixão pode acabar, mas o amor, o verdadeiro amor incondicional, este não acaba, mas sim, tudo suporta, tudo espera, tudo sofre. Muitas pessoas acreditam que esse amor só pode existir em Deus. Não é verdade, pois se fosse assim Jesus não teria dito o que disse em João 15.12. (Amai-vos, como eu vos amei). É um amor que perdoa, que tudo suporta, tudo espera, tudo sofre, mas é sempre vencedor.

Conclusão: 

Fica o mandamento de Jesus para nós: Amai-vos, como Eu vos amei!!! Não é um amor comum, mas um amor como o que está em 1 Coríntios 13.

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)

A arte de pregar - Pr. Robson Moura Marinho

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Mais um livro para a biblioteca do blog, dessa vez um grande auxilio para os que são pregadores da palavra, ou querem aperfeiçoar este dom em suas vidas. Do Pr. Robson Moura Marinho: A arte de pregar.
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Resumo: "O momento da pregação no culto não pode transformar-se numa sessão de tortura imposta aos adoradores!" 
Como veículos da mensagem de Deus para seu povo, os pregadores da Palavra eterna encontrarão aqui um arsenal de recursos para potencializar o impacto de seus sermões. É possível fazer que seus ouvintes saiam do culto atingidos pela mensagem e desejosos de ouvir mais!
Escrito por um brasileiro especialista na matéria, A Arte de Pregar é um excelente guia para a apresentação de mensagens criativas e um verdadeiro antídoto contra sermões que revelam despreparo ou pouca força comunicativa. Todo pregador que quiser aperfeiçoar suas técnicas de comunicação (tanto verbal quanto não-verbal) encontrará aqui os fundamentos da oratória aplicados à homilética. Eles constituem a viga-mestra deste livro realista, bem humorado, de fácil assimilação e escrito a partir da atmosfera das igrejas brasileiras.
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Sinopse: Depois de mais de 16 mil cópias vendidas, chega a nova edição de A Arte de Pregar, totalmente atualizada, revista e ampliada.
Nela o leitor encontrará

  • Uma seção inteiramente nova que trata de como alcançar o ouvinte pós-moderno, com temas como: tipos de ouvintes e pregadores; visões de mundo do ouvinte pós-moderno; temas bíblicos para o Pós-Modernismo; comunicando a mensagem a ouvintes pós-modernos;
  • Capítulos ampliados e reescritos;
  • Bibliografia ampliada e atualizada; 
  • Um DVD contendo o curso 7 fatores da Pregação Relevante;
Sobre o DVD:
O leitor encontrará o curso 7 Fatores da Pregação Relevante.
Devido à sua importância, o autor trata em destaque cada um dos fatores. São eles:
  1. Contexto Atual
  2. Sintonia com o Ouvinte
  3. Comunicação Clara
  4. Estrutura Unificada
  5. Ilustrações Realistas
  6. Introdução Criativa
  7. Conclusão Prática
Além de instrutivo, o curso é bastante dinâmico, trazendo entrevistas com diversas pessoas que compartilham sua opinião, sob o ponto de vista do ouvinte, a respeito de qual seria a melhor maneira de pregar a palavra de Deus no mundo de hoje.
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Pastoreou diversas igrejas pelo Brasil e foi professor universitário de Pregação Bíblica e Liderança Organizacional. Foi também editor da Casa Publicadora Brasileira e Diretor de Pós-Graduação da Universidade de Santo Amaro, em São Paulo. É Doutor em Filosofia pela Indiana University, EUA, onde reside atualmente como professor na Andrews University. Tem publicado vários artigos em diferentes áreas, e é co-autor do livro Liderança uma Questão de Competência.

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Ficha Técnica: 

Título: A Arte de Pregar - como alcançar o ouvinte pós-moderno
Autor: Robson Moura Marinho
Editora: Vida Nova
Categoria: Homilética - Ministério Pastoral
Edição: 2008
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Minha opinião: O exemplar que possuo deste livro é uma versão mais antiga, de 1999, ainda com o título de A Arte de Pregar - A comunicação na Homilética. Mas a opinião é a mesma. Um livro excelente indicado a todos o que amam a palavra e querem aperfeiçoar o dom de levar a palavra a outras pessoas. Pois essa é uma função primordial da igreja, "...ide por todo o mundo, e pregai o evangelho..." (Marcos 16.15). Mas como chamar a atenção dos ouvintes? São perguntas respondidas neste excelente livro. 
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