A Bíblia em ordem cronológica - Diversos autores

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Continuando a série sobre livro teológicos, trago hoje umas das melhores ferramentas para o estudo e melhor entendimento da Bíblia. Pela editora VIDA: A BÍBLIA, em ordem cronológica.
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Resumo: A Bíblia em ordem cronológica é uma ferramenta indispensável para os estudiosos da palavra de Deus. Em vez de se deter nos meticulosos recortes das Escrituras, o leitor terá diante de si um bem engendrado quebra-cabeça dos acontecimentos históricos. Nunca a linha dos acontecimentos relacionados à Bíblia esteve tão bem representada. O resultado supera todas as expectativas.

  • Todos os versículos das Escrituras foram dispostos conforme seu lugar na cronologia.
  • Os salmos foram inseridos na época de sua composição.
  • A história de Israel e a história de Judá, no período do reino dividido, são apresentadas em colunas paralelas, com a vida de cada rei posicionada em sua época e lugar.
  • Todas as passagens duplicadas aparecem juntas.
  • As profecias estão ordenadas no contexto em que foram proferidas pela primeira vez.
  • As epístolas estão ordenadas pela data em que foram escritas.
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Sinopse: Numa iniciativa tão aguardada por todos, está Bíblia representa as escrituras em ordem cronológica. Mas não se trata de uma cronologia que leva em conta somente a data em que o livro foi escrito. Ela vai além, focalizando a história e o tempo dos acontecimentos. Assim, o texto de João 1.1, que aborda a eternidade de Jesus Cristo e sua comunhão com o Pai, aparece como o primeiro texto da Bíblia; em seguida vem Salmos 90.2, que afirma a eternidade de Deus; logo depois temos Gênesis 1.1, que relata a origem da criação de todas as coisas.
O esforço de ordenar a Bíblia cronologicamente representa mais um degrau para uma melhor compreensão das Escrituras. Desfrute dessa valiosíssima ferramenta para conhecer com maior profundidade a Palavra de Deus.
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Quem escreveu?

Diversos autores
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Ficha técnica:

Título: A Bíblia
Subtítulo: Em ordem cronológica
Autor: Diversos
Editora: Vida
Categoria: Bíblias
Edição: 1ª Edição

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Minha opinião: Eu comprei um exemplar desta Bíblia em Maio e tem sido uma ferramenta muito útil nos meus estudos. É de fácil leitura e compreensão, rapidamente o leitor poderá entender como as passagens bíblicas se encaixam umas as outras e como os acontecimentos estão sobrenaturalmente ligados entre si. Ela vai auxiliar aos estudiosos a entenderem a ordem dos acontecimentos bíblicos. Resumindo: Eu indico, vale a pena!
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Série estudos bíblicos doutrinários - Galardão: Mateus 5.11-12

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Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. 
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. (Mateus 5.11-12)
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Para que os amados irmãos possam entender o estudo bíblico que vamos iniciar a partir de hoje, é necessário que saibam o que significa a palavra Galardão. Bom, talvez os irmãos não saibam, mas, é desta palavra que vem a ideia de que "a gente colhe o que a gente planta". Pois o significado de Galardão é exatamente esse: recompensa, prêmio, salário, preço, lucro, etc. E esta recompensa, ou, esse galardão, está disponível a todos. Mas que tipo de prêmio Deus oferece como galardão aos que assim fazem por merecer? Galardão e salvação são a mesma coisa? Existem tipos de galardão diferentes um dos outros? Perguntas que buscaremos responder.

1 - O que é? - Apocalipse 22.12

No texto de Apocalipse 22.12 vemos expressamente o que é o galardão. A recompensa dada a cada um segundo as suas obras. Muitos ditados populares, espalhados pelo povo, contém verdades bíblicas, que muitos não sabem que tais verdades tem origem bíblica. Tais como: "Aqui se faz, aqui se paga", "A gente colhe o que a gente planta". E filosofias e teorias seculares são feitas em cima de tais verdades, verdades defendidas por pessoas que não leem ou não acreditam na bíblia, mas usam as verdades expressas nela. Uma teoria muito famosa é a Lei da Ação e Reação, que diz que toda ação gera uma reação: se você pula, logo tende a ser puxado de novo para o chão. Mas a bíblia fala de um outro tipo de recompensa, uma recompensa não só por ações, mas também por sentimentos, emoções e todas as coisas que fazemos ou pensamos. Essa ideia é expressa também em 1 Coríntios 3.8. E aqueles que fazem o mal devem ter cuidado, pois essa lei vale pra eles na mesma intensidade (2 Samuel 3.39).
Com relação a igreja, devemos pensar no que Jesus nos ensinou em Mateus 7.12. Será que tratamos mesmo nossos irmãos como gostaríamos que nos tratassem? Amar o nosso próximo como a nós mesmos é uma ordem, mas Deus recompensa, não quem guarda a ordem por ganancia, mas por obediência, pelo prazer de obedecer e pelo amor que temos por Deus.

2 - Como receber?

Antes de qualquer coisa a ser falada sobre como receber o galardão, é necessário saber separar galardão, de salvação. Galardão é uma coisa, e salvação é outra. A salvação não vem por obras (Efésios 2.8-9), mas somente na fé em Jesus Cristo. Não há nada que possamos fazer para alcançar a salvação. Mas, as obras nos concedem outra coisa. O galardão, esse sim é aumentado por meio de ações, obras, atitudes, amor. E esse sim pode ser aumentado de acordo com o que fazemos nesta vida (Mateus 6.20).
Deus não criou as recompensas para nos fazer trabalhar mais na obra dele pensando apenas na recompensa, mas sim para que aqueles que sofrem perseguições, como Jesus nos disse, se mantivessem firmes, sabendo que o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas por amor a Cristo devemos fazer as coisas (2 Coríntios 5.14), sabendo que nosso trabalho não é vão no Senhor (1 Coríntios 15.58). Se alguém lhes disse que por ir a igreja, ajudar na obra, orar, ler a bíblia, você tem perdido seu tempo, saiba que não é verdade, seu trabalho não é vão.

3 - Existem tipos diferentes de galardão?

A palavra de Deus nos garante que existem pelo menos galardões específicos. Pois o simples fato de dar um copo de água a alguém, só por ser a pessoa um discípulo de Cristo, você não perderá seu galardão (Marcos 9.41). Mateus 10.41 também nos fala do galardão de profeta, e do galardão de justo. E provérbios 22.4 fala sobre o galardão da humildade. A ideia de galardões diferentes é expressa em 1 Coríntios 3.12-14, onde neste texto podemos ver que os fundamentos são diferentes (ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha). Diz o texto que Deus julgará as obras de sua igreja provando-as pelo fogo. Bem se sabe que o ouro, a prata e as pedras preciosas são resistentes ao fogo. Mas a madeira, o feno e a palha logo são consumidas. Outro termo importante quando se fala em galardão, é a coroa, que antigamente tinha muito valor, pois era o símbolo de reis, e era entregue como prêmio aos vencedores uma coroa de louros. Precisamos ter cuidado para não perder a oportunidade de granjear galardões celestiais (Apocalipse 3.11). Esse é o significado de colocarmos pedrinhas em nossas coroas.
Então cuidado com o que tem plantado, para que no dia da colheita não perca nem o que tens.

Conclusão:

Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. (Apocalipse 2.10) 

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)

Vivendo os Sonhos de Deus - Isaías 55.8-9

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Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor.
Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.
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A gente costuma fazer planos pra tudo em nossa vida. Quando criança, fazemos planos do que queremos ser quando crescer. Quando adolescentes começamos a sonhar com quem queremos ao nosso lado para passarmos a vida. Logo vamos crescendo, e com a idade vem também as responsabilidades, e logo começamos a sonhar com o emprego ideal, com o carro perfeito, a casa dos sonhos. E conforme o tempo passa, a gente começa a perceber que nem todos os sonhos que sonhamos, nem todos os caminhos que trilhamos, nós vamos conseguir transformar em realidade.
O Pr. Claudio Duarte diz que todo ser humano enfrenta três questões ao longo da vida: O que fazer da minha vida, com quem vou passar minha vida, e onde vou passar minha eternidade.
Ou seja, fazer planos é da natureza do ser humano, mas a gente aprende ao longo da vida que os planos que fazemos muitos ficam no esquecimento. São como as promessas de começar a emagrecer a partir de segunda-feira, que nunca chega. Ou como os livros e cd's que você pegou emprestado e planejou devolver no dia seguinte, mas já passou um ano. Como no inicio do ano que você fala: "esse ano eu vou estudar muito, tirar boas notas logo no inicio e relaxar no fim do ano"; mas você curte a vida no inicio do ano e passa raspando na recuperação de fim de ano. Ou quando você acorda e fala: "Hoje eu vou fazer isso, e mais aquilo, e aquilo outro"; e passa o dia inteiro e você não fez nada do que precisava fazer. Você tá esperando uma ligação, um contato para um pretendido emprego, e você espera o dia inteiro pela ligação e nada, mas basta você entrar no banheiro que o telefone toca. E agora? Perdeu o emprego. Aí você planeja: "Vou casar com aquele príncipe", ou "aquela princesa", "e seremos felizes para sempre". Passam-se 3 anos e você está procurando onde está o príncipe, a princesa, que estava do seu lado quando entraram na igreja pra dizer o sim. Ou como aquela promessa que você faz: "Domingo eu vou na igreja". Só que você não disse qual domingo, não é? E já se passaram 2 anos e esse domingo não chega. Essas coisas nós podemos deixar pra depois. Mas a salvação, não. Como a oportunidade que lhe é oferecida ao final do culto, de receber Jesus como seu Salvador, e você fala, hoje não, domingo que vêm. Mas todo domingo você fala isso, e acaba partindo sem tomar a decisão. Aí é tarde demais.
A Bíblia conta a história de um homem que decidiu viver os sonhos de Deus. Pois os nossos planos se frustram, mas os planos de Deus pra nós, são perfeitos. Esse homem era Abraão, e ele nos deixou três passos para se viver os sonhos de Deus.

1 - Obedecer ao chamado de Deus - Gênesis 12.1-4

Abraão já era um homem rico, com setenta e cinco anos de idade, poderíamos dizer que era um homem realizado. Ele tinha tudo o que poderia querer, possuía o bom e o melhor que poderia existir na época. Apenas não tinha um filho. 
Abraão viveu num lugar chamado Mesopotâmia, e ali conheceu os deuses daquela região. Nunca ninguém em sua família havia lhe ensinado sobre um só Deus, sobre um relacionamento com esse Deus para herdar o céu. Mas o próprio Deus se apresentou a ele e lhe fez uma proposta. E eu imagino Deus falando com ele, dizendo: "Abraão, você já tem 75 anos. Está feliz? Conseguiu realizar os seus sonhos? Pois lhe proponho viver os meus sonhos pra você." Foi a primeira vez que Abraão conversou com Deus, ou seja, precisava tomar uma decisão, obedecer ou não ao chamado de um Deus que ele nem sequer conhecia.
Talvez você esteja na mesma situação de Abraão, esteja sentindo que por mais que você tenha conquistado nessa terra, tenha conseguido resolver o que fazer da vida, tenha achado a pessoa com quem passar a vida, mas, ainda não resolveu onde passar a eternidade. E Deus te chama hoje, e te faz esta proposta hoje, de viver os sonhos que Ele tem pra você. E você pode dizer: "Mas eu nem conheço esse Deus." Ou então diga que conhece, mas eu te afirmo, você acha que conhece, mas no fundo é como Jó, você conhece Deus só de ouvir falar, mas não conhece de senti-lo, ou ver seu agir em sua vida (Jó 42.5)

2 - Entregar a direção da vida à Deus - Gênesis 12.1

Abraão teve um outro desafio, ele não sabia pra onde Deus iria levá-lo. Na Mesopotâmia onde ele morava, ele já conhecia todo mundo, tinha ficado rico lá, sua família era toda de lá, e agora um Deus que ele ainda não conhecia lhe convida a ir para um lugar que ele nem sabe onde é. Só restava a Abraão confiar e entregar a direção de sua vida à Deus.
Para viver os sonhos de Deus é totalmente necessário que você entregue a direção de sua vida à Deus, e lhe dê carta branca para guiar seus passos, e lhe mostrar onde você deverá andar.

3 - Não se deixe levar pelas ofertas do mundo - Gênesis 13.5-11

Abraão acabou levando consigo um sobrinho, Ló, cujo pai havia falecido, e como Abraão era o tio mais velho, acabou tomando para si o dever de cuidar do sobrinho. Mas o seu sobrinho também tinha posses, os servos de Ló estavam começando a arranjar confusão com os empregados de Abraão. Para que Abraão não se visse obrigado a ter que si indispor com seu sobrinho, ele ofereceu uma proposta à Ló. Levou ele para cima de uma montanha e lhe mostrou toda a terra e disse: "Se você for para um lado, eu vou para o outro." dando assim a oportunidade de Ló escolher para onde queria ir. Ló escolheu os lugares mais abundantes, com terras mais férteis, onde havia mais rios, Ló escolheu pelos olhos, e não pelo espírito. Abraão foi para o outro lado. Mas o lugar que Ló escolheu se chamava Sodoma, que foi destruída por Deus juntamente com a cidade chamada Gomorra.
Muitas vezes a gente se ilude com o mundo, e seguimos os caminhos do mundo, porque escolhemos pelos nossos olhos, e não pelo espírito. O mundo vai te oferecer sempre aquilo que parece melhor, mas exatamente aquilo que te mata. Ou seja, para se viver os sonhos de Deus, é preciso saber escolher a Deus, e não ao mundo.

Conclusão:

Quem era o pai de Abraão? Onde estão os parentes de Abraão? Apenas Abraão escolheu viver os sonhos de Deus para ele. E se Abraão tivesse escolhido ao contrário, será que a Bíblia registraria o nome dele, será que a gente iria conhecer a história dele. Deus quer te levar aonde você jamais imaginou chegar, portanto, viva os sonhos de Deus pra você!

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)

Série pilares da comunhão - Amor: 1 Coríntios 13.1-7

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Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1 Coríntios 13.1-7)
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Dando continuidade a série de estudos sobre os pilares da comunhão, veremos hoje a terceira e ultima parte, ou seja, o ultimo pilar e, creio eu, o mais importante: O AMOR.
Quando se fala em amor, muitas pessoas chegam a pensar no amor de um homem por uma mulher, aquele amor que une um casal. Mas amor é muito mais profundo que isso. Outras pessoas tem o costume de confundir o amor com a paixão. Mas o amor é muito mais que isso.
É fato que na língua grega, a língua em que foi escrito o Novo Testamento, tem três palavras que se referem a amor, são elas: ágape, eros, e phileo. Cada um dos três é importante. Eu quero traçar um paralelo para os irmãos e mostrar a importância de cada um dos três tipos evidenciados pelo grego antigo.

1 - O amor phília

Este tipo de amor é conhecido como amizade em muitas traduções. Esse amor é o que dá base para o termo chamado caridade. Pois a palavra caridade no grego significa filantropia, ou seja, tem muito mais a ver com phília, ou phileo, do que com ágape. Esse amor é aquele amor que nós temos por nossos irmãos, pelo nosso pai, pela nossa mãe. É um amor que nos liga a alguém, não por interesse, mas pelo simples fato de gostar de alguém.
Podemos dizer que este é o tipo de amor que nos une como filhos de Deus. A palavra de Deus nos garante que há amigos mais chegados que irmãos (Provérbios 18.24). Portanto, isso é o que nos faz nos amarmos, mesmo sem termos laços de sangue que nos unam, mas temos algo maior que isso, o amor, e amizade por servirmos o mesmo Deus. "Porque temos o mesmo Pai (Deus)" (Trecho da música - Meu amado irmão)

2 - O amor eros

Outro tipo de amor que existe é o eros. Este é o amor que dá base a palavra erostismo, ou seja, é daí que vem o amor do toque, da intimidade de um casal. É o amor que existe entre um homem e uma mulher. Muitas vezes este tipo de amor é chamado também de paixão.
Este tipo de amor é importantíssimo para a felicidade de um casal, mas não é o suficiente. O toque e a paixão são muito importantes, mas não é isso que sustenta um casamento. O que sustenta um casamento é um tipo de amor mais forte ainda que vamos ver a seguir.

3 - O amor ágape

Este é o amor que está em 1 Coríntios 13. Muitas bíblias trazem em sua tradução a palavra caridade. Mas a palavra caridade como já disse antes, é philantropia, que vem de phília, que traduzida é amizade. Mas 1 Coríntios não fala de amizade, fala de amor, não o amor de um casal, mas de um amor puro, sincero e incondicional. É o tipo de amor que Deus sente por nós. A palavra que está no grego em 1 Coríntios 13 é a palavra ágape. É um amor tão forte que supera tudo o que os outros tipos de amor podem não suportar.
Este é o amor que o apóstolo Paulo diz que deve existir no meio da Igreja. Pois a amizade pode acabar, a paixão pode acabar, mas o amor, o verdadeiro amor incondicional, este não acaba, mas sim, tudo suporta, tudo espera, tudo sofre. Muitas pessoas acreditam que esse amor só pode existir em Deus. Não é verdade, pois se fosse assim Jesus não teria dito o que disse em João 15.12. (Amai-vos, como eu vos amei). É um amor que perdoa, que tudo suporta, tudo espera, tudo sofre, mas é sempre vencedor.

Conclusão: 

Fica o mandamento de Jesus para nós: Amai-vos, como Eu vos amei!!! Não é um amor comum, mas um amor como o que está em 1 Coríntios 13.

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)

A arte de pregar - Pr. Robson Moura Marinho

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Mais um livro para a biblioteca do blog, dessa vez um grande auxilio para os que são pregadores da palavra, ou querem aperfeiçoar este dom em suas vidas. Do Pr. Robson Moura Marinho: A arte de pregar.
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Resumo: "O momento da pregação no culto não pode transformar-se numa sessão de tortura imposta aos adoradores!
Como veículos da mensagem de Deus para seu povo, os pregadores da Palavra eterna encontrarão aqui um arsenal de recursos para potencializar o impacto de seus sermões. É possível fazer que seus ouvintes saiam do culto atingidos pela mensagem e desejosos de ouvir mais!
Escrito por um brasileiro especialista na matéria, A Arte de Pregar é um excelente guia para a apresentação de mensagens criativas e um verdadeiro antídoto contra sermões que revelam despreparo ou pouca força comunicativa. Todo pregador que quiser aperfeiçoar suas técnicas de comunicação (tanto verbal quanto não-verbal) encontrará aqui os fundamentos da oratória aplicados à homilética. Eles constituem a viga-mestra deste livro realista, bem humorado, de fácil assimilação e escrito a partir da atmosfera das igrejas brasileiras.
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Sinopse: Depois de mais de 16 mil cópias vendidas, chega a nova edição de A Arte de Pregar, totalmente atualizada, revista e ampliada.
Nela o leitor encontrará

  • Uma seção inteiramente nova que trata de como alcançar o ouvinte pós-moderno, com temas como: tipos de ouvintes e pregadores; visões de mundo do ouvinte pós-moderno; temas bíblicos para o Pós-Modernismo; comunicando a mensagem a ouvintes pós-modernos;
  • Capítulos ampliados e reescritos;
  • Bibliografia ampliada e atualizada; 
  • Um DVD contendo o curso 7 fatores da Pregação Relevante;
Sobre o DVD:
O leitor encontrará o curso 7 Fatores da Pregação Relevante.
Devido à sua importância, o autor trata em destaque cada um dos fatores. São eles:
  1. Contexto Atual
  2. Sintonia com o Ouvinte
  3. Comunicação Clara
  4. Estrutura Unificada
  5. Ilustrações Realistas
  6. Introdução Criativa
  7. Conclusão Prática
Além de instrutivo, o curso é bastante dinâmico, trazendo entrevistas com diversas pessoas que compartilham sua opinião, sob o ponto de vista do ouvinte, a respeito de qual seria a melhor maneira de pregar a palavra de Deus no mundo de hoje.
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Pastoreou diversas igrejas pelo Brasil e foi professor universitário de Pregação Bíblica e Liderança Organizacional. Foi também editor da Casa Publicadora Brasileira e Diretor de Pós-Graduação da Universidade de Santo Amaro, em São Paulo. É Doutor em Filosofia pela Indiana University, EUA, onde reside atualmente como professor na Andrews University. Tem publicado vários artigos em diferentes áreas, e é co-autor do livro Liderança uma Questão de Competência.

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Ficha Técnica: 

Título: A Arte de Pregar - como alcançar o ouvinte pós-moderno
Autor: Robson Moura Marinho
Editora: Vida Nova
Categoria: Homilética - Ministério Pastoral
Edição: 2008
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Minha opinião: O exemplar que possuo deste livro é uma versão mais antiga, de 1999, ainda com o título de A Arte de Pregar - A comunicação na Homilética. Mas a opinião é a mesma. Um livro excelente indicado a todos o que amam a palavra e querem aperfeiçoar o dom de levar a palavra a outras pessoas. Pois essa é uma função primordial da igreja, "...ide por todo o mundo, e pregai o evangelho..." (Marcos 16.15). Mas como chamar a atenção dos ouvintes? São perguntas respondidas neste excelente livro. 
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Série pilares da comunhão - Humildade: João 13.1-17

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Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim.
E, acabada a ceia, tendo o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse,
Jesus, sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e ia para Deus, 
Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se.
Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha que estava cingido.
Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés a mim?
Respondeu-lhe Jesus, e disse-lhe: O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois.
Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo.
Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça.
Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos.
Porque bem sabia ele quem o havia de trair; por isso disse: Nem todos estais limpos.
Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito?
Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizes bem, porque eu o sou.
Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos laveis os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros.
Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou.
Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes. (João 13.1-17)
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Anteriormente começamos uma série de estudos sobre os pilares da comunhão. E iniciamos falando sobre o perdão. Dando sequencia a estes estudos, hoje eu quero falar com os irmãos sobre a humildade, mais um pilar da comunhão.
E o texto que escolhi para falar sobre comunhão, é um texto que nós vamos nos aprofundar um pouco mais nesta passagem e aprender a lição que Jesus quis ensinar ali. E a pergunta que vou procurar responder, é: Porque Jesus fez aquilo? Porque Ele lavou os pés dos discípulos? A resposta direta e objetiva é que Ele fez aquilo como uma lição de humildade. Mas o que é humildade? Pois não podemos começar um estudo sobre humildade, sem sabermos o que é, e o que significa ser humilde.
Para desmistificar um mal entendido que tem sido espalhado por aí, inclusive com a ajuda da mídia, humildade nada tem a ver com pobreza material, melhor ainda, humildade não tem a ver com nada material. Faço essa observação, pois é muito comum, vermos as pessoas que passaram por problemas de pobreza, miséria e falta de recursos, como que passaram por períodos de humildade. Aí a gente vê alguém falando na televisão: "Porque eu venho de uma família humilde". Não se referindo a uma família solidária, cordial, amorosa, generosa e caridosa, mas, sim, a uma família pobre que não tinha recursos financeiros. Esse mal entendido, pode ter surgido, de uma mal interpretação de um texto bíblico, o de Mateus capítulo 5, onde Jesus se refere aos pobres de espírito, aqueles que verdadeiramente são humildes, tanto que em algumas versões está escrito: humildes de espírito. A pobreza espiritual é muito diferente da material, pois se formos no conto popular de que só é humilde, quem é pobre por falta de recursos, todos os ricos seriam soberbos e orgulhosos. Se isso fosse verdade o que dizermos de Zaqueu? Ou mesmo dos patriarcas? De Davi? Riqueza não é sinônimo de soberba, e pobreza não é sinônimo de humildade. A verdadeira humildade, que vem de humilhar-se, é você verdadeiramente reconhecer que por mais que tenha, existe alguém melhor, e você sempre precisará aprender mais. Jesus foi assim (Filipenses 2.6-8). E Lúcifer era o contrário. Por isso, digo que conheço muito pobre soberbo, e já conheci muitos ricos humildes. Humildade vem do caráter e não do bolso.
Mas voltando a questão, o que Jesus queria que os discípulos aprendessem com aquilo que Ele fez?

1 - Humildade para servir ao próximo

Isso está claro na afirmação do verso 14. Quando Jesus fala que devemos lavar os pés uns dos outros, muitos imaginam que devemos sair por aí pegando bacias, toalhas e sair lavando os pés dos irmãos. Inclusive muitas igrejas encontram nesta afirmação uma oportunidade para pregar esse ritual como forma de purificação. Mas, o que Jesus estava querendo passar aos discípulos é que assim como ele serviu aqueles que eram os seus discípulos, nós devemos servir aos nossos irmãos. A questão é exatamente essa, nos colocarmos na posição de servos, nos humilharmos. Pois a soberba, a exaltação a si mesmo, não pode fazer parte do povo de Deus.
Muitos líderes, pregadores, cantores, enfim, muitas igrejas tem sofrido com pessoas que fogem a este ensinamento, onde sempre querem ser servidos, mas nunca estão prontos a servir. Onde existe distinção entre funções. Ouvi certa vez uma expressão que diz que o exército de Cristo é único onde não existe patentes, apenas um General que é Jesus, e o restante, somos todos soldados. Essa é a realidade, pois diante do Supremo Juiz, seremos todos julgados, pois somos iguais.

2 - Humildade para servir a Deus

Fato interessante, é que Jesus quando foi lavar os pés de Pedro, este o resistiu. A resposta de Jesus ante a resistência de Pedro demonstra que era necessário que Pedro deixasse o orgulho e a soberba de lado. Primeiro, porque todos haviam tido seus pés lavados por Jesus. Porque com Pedro seria diferente, ele era especial? Segundo, porque com esta atitude de resistência, Pedro quis se mostrar como o único ali que não iria permitir a humilhação do mestre. Caso semelhante aconteceu quando Cristo lhe anunciou a crucificação, e Cristo repreendeu-lhe dizendo: "para trás de mim Satanás". Outra coisa, é que Pedro quando aceitou lhe disse: "Mestre, então o corpo todo". Jesus lhe responde novamente lhe dando uma lição: "Não, o corpo já foi purificado, mas é preciso lavar os pés". Ou seja, Jesus estava lhes mostrando que aquela era uma preparação para voltarem às estradas e proclamarem as Boas Novas, cumprindo Isaías 52.7 e Romanos 10.15.
Aqueles que rejeitam sujar os pés, nunca precisarão lava-los. E sujar os pés aqui, significa ir a campo, pois naquela época, as estradas eram de terra, as pessoas usavam sandálias, então quando caminhavam seus pés ficavam empoeirados, e quando chegavam a alguma casa, era necessário que lavassem os pés para limpa-los da poeira da estrada. Quando mais sujo os pés de um cristão, mas se mostra que está cumprindo sua missão. Lavar os pés de uma visita era uma forma de servi-la e de lhe dizer que era bem vinda. Ou seja, hoje não precisamos lavar os pés das visitas que andam de carro, no asfalto, e usam tênis de luxo. Mas podemos servi-las e bem recebe-las. As casas que não lhe receberem sacuda a poeira dos pés (Mateus 10.14).

Conclusão:

Se não houver humildade para reconhecer que eu preciso de você, você precisa de mim, e nós precisamos de Cristo, não haverá COMUNHÃO.

(Pr. Julio Cezar da Silva Cindra)

A vida da nova criação - Pr. David Kuykendall

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Continuando a aumentar o número de livros indicados na Biblioteca do blog, trago hoje mais um grande auxílio para a vida cristã. Do Pr. David Kuykendall: A vida da nova criação.


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Resumo: A Vida da Nova Criação é um livro especial no esclarecimento desta obra maravilhosa de Deus que nos converte do império das trevas para o reino do amor e da vida que nasce da morte. Poucos são os projetos que conseguem explicar tão bem este assunto, como este trabalho de David Kuykendall. Você não tem desculpa para adiar esta leitura, a ferramenta é precisa.
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Sinopse: A antiga criação foi contaminada pela iniquidade do primeiro homem e a destruição tomou conta da natureza. A existência humana encontra-se prisioneira na rebelião do pecado e cheira a cadáver. Somos uma raça sentenciada pela morte, sem qualquer solução pessoal.
Deus sendo rico em misericórdia nos fez parceiros com Cristo, o último Adão na cruz e o segundo homem na ressurreição, a fim de nos libertar das algemas do pecado e da morte. O sacrifício de Cristo solidário com o pecador desconstrói a velha criação e edifica uma nova.
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Quem escreveu?

David Kuykendall é um pastor com mais de 50 anos de ministério em várias igrejas batistas no Texas, EUA. Estudou na Universidade de Hardin-Simmons e no Seminário Teológico Batista do Sudoeste, em Forth Worth, Texas.
David Kuykendall é autor de vários livros, dois deles já traduzidos pela JUERP: Nossa Identificação com Cristo e Da Semelhança de Caim à Semelhança de Cristo. A ênfase da sua literatura é a nossa união com Cristo, razão do descanso e da vitória dos filhos de Deus.
Em 1997, David e mais dois amigos organizaram uma agência de divulgação denominada David Kuykendall Ministries, Inc. Com a finalidade de espalhar as verdades suficientes de Cristo. David é casado com Janie Kuykendall. O casal tem quatro filhos, netos e bisnetos.


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Ficha técnica:

Título: A vida da nova criação
Autor: David Kuykendall
Editora: Ide
Categoria: Vida Cristã - Espiritualidade
Edição: 2008


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Minha opinião: Este é um outro livro do qual também possuo um exemplar. De leitura fácil e agradável, nos faz enxergamos a nós mesmos como em um espelho, e identificarmos o que mudou em nossa vida depois de tomarmos a decisão de nos entregarmos a Cristo. É ótimo que pastores e líderes leiam e tenham este livro sempre por perto, pois com certeza ele o ajudará a identificar os problemas e a melhor forma de tratar os membros de sua igreja, seu grupo, e seu próximo.


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